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quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Matéria da TV UCPel entrevistando Alexandra Dias e frequentadores da feira livre
Reportagem realizada pela TV UCPEL no dia 12 de setembro de 2014 na feira livre da Rua Alberto Rosa em Pelotas-RS.
domingo, 7 de setembro de 2014
Divulgação ecológica do espetáculo Palco de Feiras!
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| Seu João, as flores e nós. |
Na última sexta, dia 5, voltamos à feira da Alberto Rosa para divulgar a estreia do espetáculo, que será na próxima sexta (12/09). Fomos recebidos com vários sorrisos, o que nos alegrou muito. Seu João das flores foi com quem conversamos primeiro. Contamos a ele que suas flores continuam até agora enfeitando nossa mesa e que nos fez companhia até durante os ensaios, sentimos que ele também se alegrou com a notícia, disse-nos que com certeza irá ver o Palco de Feiras na estreia. Assim como o seu João, reencontramos feirantes e até mesmo outras pessoas que costumam ir para a feira às compras, convidando-os para a estreia do trabalho. Durante a divulgação distribuímos para os feirantes e compradores sacolas ecológicas.
Mais fotos com feirantes:
Mais fotos com feirantes:
Post por Lumilan Noda
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
O passeio na feira hoje foi diferente
A primeira banca que fomos, foi a banca das flores, do seu João. Lá a gente estava querendo escolher um presente para os personagens, já que os mesmos se pareciam tímidos em adentrar na feira. Vimos as flores, escolhemos, não compramos no primeiro momento, conversamos com amigos que encontramos e pensamos... em primeiro passar por toda a feira, olhar e observar todos. Fomos até o outro lado da feira e, na volta, viemos comprando alimentos: banana, depois da banana escutamos o assobio característico de um dos feirantes, chegamos até ele e compramos beterrabas, ele comentou que as alfaces estavam frescas, e então as levamos.
E assim seguimos até o fim da feira, olhando alimentos, percebendo as pessoas que passaram pela feira, sentindo os cheiros... de maçã, bergamota, cebola. Vimos hortênsias grandes, compramos gengibre, até que chegamos na banca das feirantes... que já conhecemos de outras idas. Elas estavam arrumadas, principalmente uma delas, com olhares diferentes e, o mais interessante e que nos saltou aos olhos é que elas estavam escutando música. Isso nos chamou a atenção, pois nessa feira nunca havíamos escutado nenhuma música ou grito, é uma feira silenciosa. E esse dia foi um dia diferente. Elas comentaram: “a gente não conseguiu ouvir vocês na última apresentação, mas a gente consegue escutar daqui.” Isso para nós foi como se tivéssemos tocado elas de alguma forma, e numa banca que não havia música hoje já havia música.
Logo em seguida fomos para a banca das flores para comprar as flores para os personagens, conversamos com o seu João, ele comentou: “Eu colho as flores, hoje em dia ninguém quer trabalhar no campo... querem tudo ser doutor”. Trouxemos as flores para a sala de trabalho, nos perguntando se o seu João tem consciência da beleza de seu próprio trabalho, do quanto ele se faz presente de uma forma ou de outra, em outros lugares para além da feira.
Lembramos da cebola que ganhamos na última mostra e pensamos sobre o valor que ela tem, por todo o trabalho anterior para que aquele produto tivesse na feira, e que ainda não comentamos para a feirante que nos deu, que ela foi plantada.
Então conseguimos ensaiar, os personagens surgiram com características destes feirantes, com os quais conversamos e que são fonte da nossa inspiração. Sentimos crescimento em termos de fluidez e organicidade nas cenas e ao fim, deixamos na sala o vaso com as flores colhidas pelo seu João. As flores do seu João foram nosso estímulo nesse momento, entre um personagem e outro, era como se conversávamos com as flores. Elas foram espectadoras de nosso ensaio.
Lumilan Noda e Tatiana Duarte
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Estreia do espetáculo Palco de Feiras!
O projeto está em sua fase final de montagem e apresentará o espetáculo na feira da Alberto Rosa no dia 12 setembro de 2014 às 10h da manhã em Pelotas.
Palco de Feiras! é um espetáculo teatral de rua com dramaturgia composta por cenas curtas inspiradas tanto em em textos clássicos como nas histórias dos feirantes e frequentadores das feiras livres de Pelotas/RS. Entendemos que a feira é um lugar de encontro, por isso ela é nosso pano de fundo. Compreendemos que a própria poética da feira é um bem cultural, assim o espetáculo busca valorizar e enfatizar a importância deste espaço para a sociedade.
Ficha Técnica:
Alexandra Dias - Direção
Tatiana Duarte - Atriz
Lumilan Noda - Ator
Thiago Rodeghiero - Produção e Cenário
Mariana Gomes - Figurinos
Teresinha Ávila Dias - Costureira
Preparação e Direção Musical - Luan Borba
Fotografias - Alan Fagundez
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Segunda Mostra de Processo "Palco de Feiras!"
Mais um ensaio aberto na feira da Alberto Rosa, sexta-feira às 10h da manhã em Pelotas. O projeto está em fase final da pesquisa e de conclusão do processo de criação. Esta mostra é um dos últimos momentos de troca com o público sobre as relações e suas vivências neste lugar através, levando em conta os atravessamentos poéticos ali presenciados com os feirante e frequentadores.
Imagem de Alan R. Roja Fagundez
Imagens de Lumilan Noda
Tatiana Duarte
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
O espetáculo "Palco de Feiras!" e sua característica musical
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| Foto: Itibage Mirapalhete |
A introdução das serenatas na dramaturgia da peça, partiu do nosso olhar e sentimento acerca das pessoas que participam da Feira Livre do Porto, tanto feirantes quanto compradores, que são também figuras importantes dessa pesquisa. Nos veio a vontade de resgatar vivências de uma época anterior, e, pra isso, tocar e oferecer serenatas veio como uma bela possibilidade para trocar direta e poeticamente com essas pessoas da feira.
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| Mais um olhar fotográfico de Itibage Mirapalhete |
Temos percebido que, para nós, não músicos, as intenções e fé cênica com os instrumentos tem sido em parte até mais prioritários que a afinação musical em si. O olhar tanto da diretora Alexandra quanto de Luan, apontaram para o fato de que enquanto havia preocupação em acertar a nota ou acordes do instrumento durante uma cena, a presença cênica se esvaziava. Porém, a mesma presença era recuperada quando o instrumento deixava de se tornar um problema a ser "acertado" para servir como efeito que potencializa a expressão do ator, mesmo que para isso errasse alguns acordes.
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Palco de Feiras! - "Uma mesa é uma mesa", de Piter Bichsel, virou: "O Homem Cinza"
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| Desenho de figurino feito por Mariana Gomes para o personagem |
O Homem Cinza
Traduzido e adaptado do texto Uma mesa é uma mesa, de Piter Bichsel.
Tatiana: - QUERO FALAR DE UM HOMEM VELHO, de um homem que não diz mais nenhuma palavra, que tem um rosto muito cansado, cansado demais para sorrir e cansado demais para se zangar. Ele mora em uma cidade pequena, no fi
m da rua ou perto do cruzamento. Quase não vale a pena descrevê-lo, não há nada que o diferencie dos outros. Ele veste um chapéu cinza, calças cinza, uma jaqueta cinza e, no inverno, o longo casaco cinza e tem um pescoço fino, cuja pele é seca e enrugada, os colarinhos brancos das camisas lhe são largos demais.
Lumilan: - No andar mais alto da casa ele tem um quarto, talvez ele tivesse sido casado e tido filhos, talvez ele morasse antigamente em outra cidade. Certamente ele já foi uma criança, mas isso foi em um tempo em que as crianças eram vestidas como adultos. Pode-se ver isso no álbum de retratos de sua avó. No seu quarto há duas cadeiras, uma mesa, um tapete, uma cama e um armário. Ao lado da cama há uma mesinha e em cima da mesinha um despertador e na parede estão pendurados um espelho e um retrato. O homem velho fazia todas as manhãs um passeio e todas as tardes um passeio, trocava algumas palavras com seu vizinho, e todas as noites ele se sentava à sua mesa. Isso nunca mudou, também aos domingos era assim. E quando o homem se sentava à mesa, ouvia o tique-taque do despertador, sempre o tique-taque do despertador.
Tatiana: - Então houve um dia especial, um dia com sol, não muito quente, não muito frio, com a cantoria de pássaros, com pessoas amigáveis, com crianças, que brincavam, e o especial foi que tudo de repente agradou ao homem. E Ele sorriu.
Lumilan: (Sorri) - Agora tudo vai mudar.
Tatiana: - Ele desabotoou o primeiro botão da camisa, tomou seu chapéu na mão, apressou seu passo, até mesmo brincou com os joelhos e se alegrou. Ele chegou à sua rua, acenou para as crianças, entrou na sua casa, abriu seu quarto. Mas no quarto estava tudo do mesmo jeito, uma mesa, duas cadeiras, uma cama.
Lumilan: - E, ao se sentar, ele ouviu o tique-taque e toda a sua alegria foi embora, porque nada havia mudado. Então o homem foi tomado por uma grande fúria. Ele viu no espelho seu rosto ficando vermelho, viu como ele es- premia seus olhos, então ele fechou suas mãos em punhos, levantou-as e bateu com elas no tampo da mesa, primeiro apenas uma pancada, depois outra, e depois começou a bater e gritar repetidamente:
Tatiana: - “Isso tem que mudar, isso tem que mudar!”
Lumilan: - E ele não ouviu mais o despertador. Suas mãos começaram a doer, sua voz fraquejou, e ele então ouviu o despertador novamente, e nada mudou.
Tatiana: - “Sempre a mesma mesa”, as mesmas cadeiras, a cama, o retrato. E para a mesa eu digo mesa, para o retrato eu digo retrato, a cama se chama cama, e a cadeira chamam de cadeira. Mas por quê?”
Lumilan: - Os franceses chamam a cama de “li”, a mesa de “table”, o retrato de “tablô” e a cadeira de “chéze”,
Tatiana: - E eles se entendem.
Lumilan: - E os chineses também se entendem.
Tatiana: - “Por que não chamar a cama de retrato”,
Lumilan: - Plim! Então ele riu, e riu, até que o vizinho bateu na parede e gritou “quieto”! (Pondo o casaco) “Agora tudo vai mudar”.
Tatiana: - Chamou a partir de então a cama de “retrato”.
Lumilan: - “Estou cansado, vou deitar no retrato!”,
Tatiana: - E todas as manhãs ele costuma ficar bastante tempo deitado no retrato e pensou como ele queria chamar a cadeira, e ele chamou a cadeira de...
Lumilan: - “Despertador”. Mas a mesa agora não se chamava mais mesa, ela se chamava tapete. De manhã o homem saía do retrato, se vestia, sentava- -se ao tapete no despertador e pensava, como ele poderia chamar as coisas.
Tatiana: - A cama ele chamou de retrato. A mesa ele chamou de tapete.
Lumilan: - A cadeira ele chamou de despertador. O espelho ele chamou de cadeira.
Tatiana: - O despertador ele chamou de álbum de retratos. O armário ele chamou de cama.
Lumilan: - O tapete ele chamou de armário. O retrato ele chamou de mesa.
Tatiana: - E o álbum de retratos ele chamou de espelho.
Lumi e Tati: - Agora vocês podem continuar escrevendo a história. E então podem, assim como o homem fez, também trocar as palavras:
TOCAR se chama PISAR:
GELAR se chama VER,
FICAR se chama TOCAR,
LEVANTAR se chama GELAR,
PISAR se chama ABRIR.
Tatiana: - Desse modo ele dizia então: de homem o velho pé tocava bastante tempo no retrato, às nove pisava no álbum de retratos, o pé gelava, para que a manhã não visse.
Lumilan: - O velho homem comprou para si cadernos escolares azuis e lotou- -os de novas palavras, e então tinha muito o que fazer, e ele só era visto raramente na rua.
Tatiana: - Então ele estudou novas denominações para todas as palavras e esqueceu cada vez mais as palavras certas. Ele tinha um novo idioma, que pertencia apenas a ele.
Lumilan: - De vez em quando ele já sonhava no novo idioma, e então ele traduzia canções da sua
época de escola para o seu idioma, e ele as cantava baixinho para si mesmo. (- Soltei a perna no chaPÉU, mas o chaPÉU, não viVEU, Doutura ChiCA, cuspiu-SE, da piscada, da piscada que o chapéu fez)
Tatiana: - Mas em pouco tempo a tradução já era difícil para ele, ele havia praticamente esquecido seu idioma antigo, e ele precisava procurar as palavras certas nos seus cadernos azuis. E ele ficou com medo de falar com as pessoas. Ele precisava pensar bastante, como que as pessoas chamavam as coisas.
Lumilan: - Seu retrato as pessoas chamam de cama. Seu tapete as pessoas chamam de mesa.
Tatiana: - Seu despertador as pessoas chamam de cadeira. Sua cama as pessoas chamam de armário.
Lumilan: - E isso chegou a tal ponto, que o homem ria, quando ele ouvia as pessoas conversarem. Ele ria, quando alguém dizia: “Você também vai amanhã no jogo de futebol?” ou quando alguém dizia: “Agora já está chovendo há dois meses” ou quando alguém dizia: “Eu tenho um tio que trabalha na feira do Simões.”
Tatiana: - Ele ria, porque ele não entendia nada disso tudo. Mas esta não é uma história divertida. Ela começou triste e vai terminar triste. O homem velho com o casaco cinza não conseguia mais entender as pessoas, isso não era tão ruim. Muito pior era, que as pessoas não conseguiam mais entendê-lo.
E, portanto, ele não fala mais nada. Ele se calou.
Fim
Post por Lumilan Noda
sábado, 19 de julho de 2014
Primeira Mostra de Processo Palco de Feira!
No dia 25 o projeto mostra na feira seu primeiro experimento, com as cenas pesquisadas que estão em andamento. O grupo entende que a pesquisa é fundamental na criação da montagem e como formação de grupo. E por isso colocou como parte de sua contrapartida essas mostras de processos na rua.
terça-feira, 15 de julho de 2014
Processo de Criação
Caminhos de pesquisa partindo de um corpo e personas com seus conflitos:
Combinações - Sequência de atividades:
1- SEQUENCIA DE ALONGAMENTOS, SEQUENCIA DAS DESCIDAS, ALONGAMENTO DA PARTE POSTERIOR;
2- FAZER A ESCALA DO LABAN;
3- OS DOIS MOVIMENTOS DANÇADOS, TIPO DANÇA DOS VENTOS MAIS AQUELE DO CHUTE NO AR- COM VOZ - CONTANDO UMA HISTORIA, OU SONHO OU... UM PARA O OUTRO PARA EXERCITAR A NARRAÇÃO;
4- EXPERIMENTAR AS 8 AÇÕES BASICAS DO LABAN - TERMINAR O TREINO CANTANDO UMA MÚSICA JUNTO ;
5- EXPERIMENTOS DOS TEXTOS E DAS DRAMATURGIAS, SITUAÇÕES, IMPROVISAÇÕES COM PERSONAGENS, HISTORIA DO VELHO QUE MUDOU O NOME DAS COISAS E QUE ERA SOZINHO.
Improvisação:
1- Encontro dos amigos (somos nós mesmo)
2- Assalto o riponga e a senhora
3-Os velhos ex-namorados
4-Flerte na feira a perua e o velho galã
Busca uma corporeidade e uma voz, muito especifica para cada personagem;
Associar com pessoas do cotidiano enxergar que pessoas são essas;
Leituras dos texto ao longo do processo "ator invisível" Yoshi Oida Trecho: "Direção de movimento" pag. 46
Lignature 10 Stories For Children autor: Peter Bichsel
Tatiana Duarte
Combinações - Sequência de atividades:
1- SEQUENCIA DE ALONGAMENTOS, SEQUENCIA DAS DESCIDAS, ALONGAMENTO DA PARTE POSTERIOR;
2- FAZER A ESCALA DO LABAN;
3- OS DOIS MOVIMENTOS DANÇADOS, TIPO DANÇA DOS VENTOS MAIS AQUELE DO CHUTE NO AR- COM VOZ - CONTANDO UMA HISTORIA, OU SONHO OU... UM PARA O OUTRO PARA EXERCITAR A NARRAÇÃO;
4- EXPERIMENTAR AS 8 AÇÕES BASICAS DO LABAN - TERMINAR O TREINO CANTANDO UMA MÚSICA JUNTO ;
5- EXPERIMENTOS DOS TEXTOS E DAS DRAMATURGIAS, SITUAÇÕES, IMPROVISAÇÕES COM PERSONAGENS, HISTORIA DO VELHO QUE MUDOU O NOME DAS COISAS E QUE ERA SOZINHO.
Improvisação:
1- Encontro dos amigos (somos nós mesmo)
2- Assalto o riponga e a senhora
3-Os velhos ex-namorados
4-Flerte na feira a perua e o velho galã
Busca uma corporeidade e uma voz, muito especifica para cada personagem;
Associar com pessoas do cotidiano enxergar que pessoas são essas;
Leituras dos texto ao longo do processo "ator invisível" Yoshi Oida Trecho: "Direção de movimento" pag. 46
Lignature 10 Stories For Children autor: Peter Bichsel
Tatiana Duarte
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Estímulos de criação do Palco de Feira!
Poeira,
pratos de bateria, elementos musica, diferentes instrumentos, figurinos compõem
o processo.
Imagem de Thiago Rodeghiero
Fisicalidade
especifica.
Fragmentos
de cena para a dramaturgia:
Casal
de namorados; A Bruxa e o velho tarado; Trapaceiro que se da mal.
Contos
p/ criança-livro da Xanda.
Misturar
cores-Laranja + Azul
Objetos
que pontuem a mudança de histórias, barulhos para contar histórias, mascaras de
butiá.
Potencialidades
da feira.
Leitura Eugênio Barba
Equilíbrio
de luxo ou equilíbrio precário, esforço contrario do que tenho que ir.
Dança
das oposições;
100%
de energia, diminuir espaço-corpo;
Esforço
contrario do que tenho que ir.
Tarefa:
Aprender
uma musica de roda:
O
cravo brigou com a rosa...
Eu
Sou Pobre, Pobre
Temas
Infantis
Eu
sou pobre, pobre, pobre,
De
marré, marré, marré.
Eu
sou pobre, pobre, pobre,
De
marré deci.
Eu
sou rica, rica, rica,
De
marré, marré, marré.
Eu
sou rica, rica, rica,
De
marré deci.
Eu
queria uma de vossas filhas,
De
marré, marré, marré.
Eu
queria uma de vossas filhas,
De
marré deci.
Escolhei
a qual quiser,
De
marré, marré, marré.
Escolhei
a qual quiser,
De
marré deci.
Eu
queria (nome da pessoa),
De
marré, marré, marré,
Eu
queria (nome da pessoa),
De
marré deci.
Que
ofício dais a ela ?
De
marré, marré, marré.
Que
ofício dais a ela ?
De
marré deci.
Dou
o ofício de (nome do ofício)
De
marré, marré, marré.
Dou
o ofício de (nome do ofício),
De
marré deci.
Este
ofício me agrada (ou não)
De
marré, marré, marré.
Este
ofício me agrada (ou não)
De
marré deci.
Lá
se foi a (nome da pessoa),
De
marré, marré, marré.
Lá
se foi a (nome da pessoa),
De
marré deci.
Pra
terminar :
Eu
de pobre fiquei rica.
De
marré, marré, marré.
Eu
de rica fiquei pobre,
De
marré deci.
Post por Tatiana Duarte.
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Nova criação: "Palco de Feiras!"
Hoje começou o projeto Palco de Feiras!
Em fase de criação, a companhia irá apresentar em feiras populares de hortifrutigranjeiros o espetáculo Palco de Feiras! e criar uma travessia poética no cotidiano da população e contato com as artes cênicas.
O espetáculo enfatiza a feira como bem cultural e potencializa o encontro entre espectadores e artes cênicas. Palco de feiras! tem como intuito garantir um acesso democrático e descentralizado da cultura um propulsor do teatro popular, estimulando a produção teatral.
Dirigido por Alexandra Dias e contando no elenco Tatiana dos Santos Duarte e Lumilan Noda Vieira, em seu processo de montagem o espetáculo Palco de feiras! em apresentações de forma aberta e gratuita tendo a feira popular como pano de fundo e espaço de ação. A composição da dramaturgia é embasada em histórias de vidas, lendas e acontecimentos coletados. Discutindo a cadeia agrícola familiar, abarcar a diversidade cultural dos consumidores dos produtos oferecidos na feira.
Com inspiração na estética da Commedia dell'arte, os atores utilizam música, dança coreografada, técnicas circenses, máscaras e bonecos para somar à interpretação. Estimulando a reflexão e o questionamento atinge o público de todas as faixas etária que ali passam.
Este projeto conta com o financiamento do Governo do Estado do Rio Grande do Sul através do Procultura RS.
Este projeto conta com o financiamento do Governo do Estado do Rio Grande do Sul através do Procultura RS.
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